Uma mulher à frente da ONU seria o fim de uma injustiça histórica

Folha Uma mulher à frente da ONU seria o fim de uma injustiça histórica

Alguém duvida que, em oito décadas, mulheres notáveis poderiam ter liderado e renovado as Nações Unidas? Guterres talvez frustre pelo que deixou de fazer, como empregar todos os meios para evitar o extermínio na Faixa de Gaza.

A escolha da próxima secretária-geral da ONU pode corrigir uma injustiça histórica, mas também expõe os limites da atuação de António Guterres em Gaza.

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